Pular para o conteúdo
pancalc
PT

Calculadora do quadrado de Punnett

Quadrado de Punnett num locus autossómico: conta de alelos dominantes (0–2) em cada progenitor e percentagens de AA, Aa, aa e fenótipo dominante.

Por que 3:1 no fenótipo não é 3:1 nos genótipos

O 3:1 famoso é fenótipo, não genótipo. AA e Aa colapsam na coluna pDom. Quem ensina em Lisboa desenha o quadrado 2×2 no quadro e depois confere 25-50-25 no ecrã.

O campo pede 0–2, não 50 %. Esse deslize produz lixo numérico com cara de percentagem.

Populações e sequências são outras páginas.

Antes de começar

Traduza AA/Aa/aa para 2/1/0. Confirme dominância completa se for usar pDom. Não traga um dihíbrido.

Casos de uso comuns

  • Reproduzir o ensaio canónico de Calculadora do quadrado de Punnett: Parent 1 dominant alleles (0–2)=1, Parent 2 dominant alleles (0–2)=1 → P(AA)=25, P(Aa)=50, P(aa)=25, P(dom)=75
  • Explicar em aula a descendência de um cruzamento monohíbrido com os campos visíveis
  • Documentar Parent 1 dominant alleles (0–2), Parent 2 dominant alleles (0–2), P(AA) %, P(Aa) %, P(aa) %, P(dominant phenotype) % antes de um e-mail de laboratório
  • Caçar um erro de unidade em Parent 1 dominant alleles (0–2)
  • Comparar um segundo cenário mudando um só campo de Calculadora do quadrado de Punnett
  • Passar depois às ferramentas ligadas no fundo da página

Como usar esta calculadora

  1. Introduza Parent 1 dominant alleles (0–2).
  2. Introduza Parent 2 dominant alleles (0–2).
  3. Introduza P(AA) %.
  4. Introduza P(Aa) %.

Alterações num campo actualizam o resolvedor de imediato em Parent 1 dominant alleles (0–2). Para outra incógnita, deixe esse campo vazio e preencha os restantes.

Passo a passo

Matilde, em Lisboa, abre Parent 1 dominant alleles (0–2) para reproduzir o clássico heterozigótico × heterozigótico.

Situação: Aa × Aa de ficha de 10.º ano: cada progenitor tem 1 alelo dominante.

Valores introduzidos:

  • Parent 1 dominant alleles (0–2): 1
  • Parent 2 dominant alleles (0–2): 1

Resultado: 25 / 50 / 25 e 75 % de fenótipo dominante.

Verificação: AA×aa (2 e 0) deve dar 100 % Aa. Se der 25 %, trocou os pais com o clássico 1,1.

Conclusão: Matilde anota Parent 1 dominant alleles (0–2)=1, Parent 2 dominant alleles (0–2)=1 → P(AA)=25, P(Aa)=50, P(aa)=25, P(dom)=75 e as legendas originais dos campos, para o ensaio de punnett-square ser repetível.

Fórmula e método

Parent 1 dominant alleles (0–2) usa o módulo punnett-square.

Relação central: probabilidades de gâmetas 0, 0.5 ou 1 conforme 0, 1 ou 2 alelos dominantes

Semente dourada: Parent 1 dominant alleles (0–2)=1, Parent 2 dominant alleles (0–2)=1 → P(AA)=25, P(Aa)=50, P(aa)=25, P(dom)=75. Estes números têm de coincidir com scripts/golden-values.json para punnett-square.

Entendendo cada entrada

Parent 1 dominant alleles (0–2): Contagem 0,1,2 no progenitor 1; 1 no canónico. Matilde liga esta etiqueta ao enunciado real, não a uma coluna solta da folha.

Parent 2 dominant alleles (0–2): Idem progenitor 2; 1. Matilde liga esta etiqueta ao enunciado real, não a uma coluna solta da folha.

P(AA) %: P(AA)%; 25. Matilde liga esta etiqueta ao enunciado real, não a uma coluna solta da folha.

P(Aa) %: P(Aa)%; 50. Matilde liga esta etiqueta ao enunciado real, não a uma coluna solta da folha.

P(aa) %: P(aa)%; 25. Matilde liga esta etiqueta ao enunciado real, não a uma coluna solta da folha.

P(dominant phenotype) %: Fenótipo dominante %; 75 (AA+Aa se dominante completo). Matilde liga esta etiqueta ao enunciado real, não a uma coluna solta da folha.

Suposições

  • Todos os inputs de Parent 1 dominant alleles (0–2) descrevem um único ensaio, não duas linhas temporais misturadas.
  • As unidades são internamente consistentes; a IU converte para a base SI.
  • A relação modelada é probabilidades de gâmetas 0, 0.5 ou 1 conforme 0, 1 ou 2 alelos dominantes; omissões estão nas limitações.
  • O arredondamento segue a apresentação em vírgula flutuante, não a regra de um exame.
  • Contexto em falta (temperatura extra, protocolo, incerteza do instrumento) fica fora de punnett-square.

Erros comuns com Calculadora do quadrado de Punnett

  • Codominância ou dominância incompleta com a coluna pDom.
  • Dois loci (dihíbrido 9:3:3:1) neste painel de um locus.
  • Ligação ao sexo.
  • Letalidade homozigótica não modelada.

Exemplos trabalhados

  1. Canónico. Parent 1 dominant alleles (0–2)=1, Parent 2 dominant alleles (0–2)=1 → P(AA)=25, P(Aa)=50, P(aa)=25, P(dom)=75 — tem de coincidir com scripts/golden-values.json para punnett-square.
  2. Repetição. O mesmo conjunto de inputs em Parent 1 dominant alleles (0–2) tem de devolver as mesmas saídas: é a segunda âncora dos testes, não outro ofício.
  3. Sanidade. 0–2 são contagens, não percentagens. Não meta 50 no campo do progenitor.

Interpretando seus resultados

Leia as saídas sempre ao lado das legendas de Parent 1 dominant alleles (0–2). Um número sem Parent 1 dominant alleles (0–2) não se reproduz.

CampoO que observar
Saída principalCompare magnitude e unidades com Parent 1 dominant alleles (0–2)=1, Parent 2 dominant alleles (0–2)=1 → P(AA)=25, P(Aa)=50, P(aa)=25, P(dom)=75.
SensibilidadeMude um input de cada vez; um salto brusco aponta para o selector.

Matilde anota à margem o que o resultado não é (protocolo, diagnóstico, libertação de lote). punnett-square é aritmética visível.

Gravando e compartilhando resultados

Quando guardar um cenário de Parent 1 dominant alleles (0–2), capture punnett-square, inputs brutos, unidades, Parent 1 dominant alleles (0–2)=1, Parent 2 dominant alleles (0–2)=1 → P(AA)=25, P(Aa)=50, P(aa)=25, P(dom)=75 como ponto de controlo, data e o nome de quem digitou. Recorte o ecrã com os campos legendados. Actualizar o browser apaga o formulário. Não partilhe uma estimativa como se fosse uma medição certificada.

Dicas práticas

  • 1 e 1 é o cartão 1:2:1 / 3:1.
  • pDom assume dominante completo.
  • Não é um teste de qui-quadrado da sua ninhada real.
  • Hardy–Weinberg é a população, não este cruzamento.

Quem usa Parent 1 dominant alleles (0–2) em genética mendeliana de ensino traz quase sempre uma pergunta estreita: a descendência de um cruzamento monohíbrido. Os números dourados (Parent 1 dominant alleles (0–2)=1, Parent 2 dominant alleles (0–2)=1 → P(AA)=25, P(Aa)=50, P(aa)=25, P(dom)=75) existem para o motor punnett-square poder ser desmascarado em meio minuto: se o ecrã não os reproduz, está a olhar para outra unidade, outro campo ou outro instrumento.

Um erro típico com Parent 1 dominant alleles (0–2) é meter 50 no campo «alelos dominantes» porque o fenótipo é 50 %. Não é um defeito da álgebra; é um desacerto entre a legenda inglesa do registry e a frase que Matilde tem na cabeça em Lisboa. Leia os nomes dos campos em voz alta e traduza-os para o enunciado em português europeu antes de copiar o resultado para o caderno de laboratório.

Em Portugal — aulas de biologia do secundário em Lisboa — Parent 1 dominant alleles (0–2) continua a ser um cenário didáctico. Normas do IST, da FCUP, da Universidade de Coimbra ou de um laboratório hospitalar acrescentam cláusulas que esta página não contém. Trate a saída como aritmética reproduzível, depois confirme o protocolo da casa.

Quando a pergunta passa a «e agora?», o passo seguinte é passar as frequências de alelo para Hardy–Weinberg na população. Os links no fundo foram escolhidos para esse trabalho, não por ordem alfabética na categoria. Parent 1 dominant alleles (0–2) não deve engolir também essas histórias: uma ferramenta, uma relação.

Documentar Parent 1 dominant alleles (0–2) significa copiar inputs, unidades SI (ou as do selector), saídas e a data do cálculo. Sem unidades, Parent 1 dominant alleles (0–2)=1, Parent 2 dominant alleles (0–2)=1 → P(AA)=25, P(Aa)=50, P(aa)=25, P(dom)=75 parece magia. Com unidades, um colega em Aveiro pode repetir o mesmo ensaio na semana seguinte.

Se um resultado de Parent 1 dominant alleles (0–2) parecer fora de escala por um factor de dez, procure primeiro uma unidade (metros contra quilómetros, percentagem contra fracção, segundos contra horas). Só depois duvide da fórmula. Os testes automáticos do repositório usam exactamente Parent 1 dominant alleles (0–2)=1, Parent 2 dominant alleles (0–2)=1 → P(AA)=25, P(Aa)=50, P(aa)=25, P(dom)=75: é a âncora de punnett-square.

Parent 1 dominant alleles (0–2) não substitui um software certificado, um relatório acreditado nem o parecer de um docente. Serve para ver a relação, ensiná-la e não falhar a ordem de grandeza. Se o caso tiver restrições extra, anote-as à margem, não dentro do motor.

Para uma revisão a dois, Matilde lê os inputs de Parent 1 dominant alleles (0–2) em voz alta e a outra pessoa olha para as saídas no ecrã. É o modo mais rápido de apanhar 500 em vez de 500000. Funciona melhor do que reler em silêncio no telemóvel.

Não cole parágrafos de outras calculadoras: Parent 1 dominant alleles (0–2) tem campos e valores dourados próprios. Se uma guia genérica disser «introduza os valores», não está a ajudar. Fique nos nomes listados acima e nos números Parent 1 dominant alleles (0–2)=1, Parent 2 dominant alleles (0–2)=1 → P(AA)=25, P(Aa)=50, P(aa)=25, P(dom)=75.

Um segundo olhar sobre Parent 1 dominant alleles (0–2) diz respeito à linguagem: não diga «o software decidiu». Diga «com estes inputs sai este output». A diferença conta no exame e num e-mail a um supervisor. a descendência de um cruzamento monohíbrido não se torna verdadeiro só porque o browser multiplicou dois campos.

Se publicar uma captura de Parent 1 dominant alleles (0–2), recorte os campos preenchidos, não só o número grande. Sem Parent 1 dominant alleles (0–2)=1, Parent 2 dominant alleles (0–2)=1 → P(AA)=25, P(Aa)=50, P(aa)=25, P(dom)=75 visível ao lado, daqui a um mês não saberá se era o ensaio canónico. Em genética mendeliana de ensino este arquivo mínimo evita discussões inúteis.

As hipóteses de Parent 1 dominant alleles (0–2) são deliberadamente pobres: meter 50 no campo «alelos dominantes» porque o fenótipo é 50 % marca a borda do modelo. Passada essa borda, mude de ferramenta em vez de forçar um input até o número agradar. aulas de biologia do secundário em Lisboa

O trabalho depois de Parent 1 dominant alleles (0–2) — passar as frequências de alelo para Hardy–Weinberg na população — merece uma página nova porque muda a incógnita. Meter tudo no mesmo ecrã parece cómodo e produz erros de etiqueta. Melhor dois ensaios documentados do que um híbrido na memória.

Se ensinar Parent 1 dominant alleles (0–2), faça copiar os valores dourados (Parent 1 dominant alleles (0–2)=1, Parent 2 dominant alleles (0–2)=1 → P(AA)=25, P(Aa)=50, P(aa)=25, P(dom)=75) para o quadro antes de abrir o browser. Quem chega ao número sem passar pelos campos está a aprender a clicar, não a descendência de um cruzamento monohíbrido. Em genética mendeliana de ensino o clique sem legendas produz capturas inúteis.

Uma auditoria rápida de Parent 1 dominant alleles (0–2): input, fórmula dita em voz alta, output, confronto com Parent 1 dominant alleles (0–2)=1, Parent 2 dominant alleles (0–2)=1 → P(AA)=25, P(Aa)=50, P(aa)=25, P(dom)=75. Quatro passos, dois minutos. Se o quarto falhar, não «ajuste» ao acaso: quase sempre é meter 50 no campo «alelos dominantes» porque o fenótipo é 50 %.

Quem mantém Parent 1 dominant alleles (0–2) num wiki interno deve proibir capturas sem a lista de campos. Um JPEG granuloso de um número grande não é um cálculo. Em Lisboa, o wiki vira lixo num trimestre se faltar Parent 1 dominant alleles (0–2)=1, Parent 2 dominant alleles (0–2)=1 → P(AA)=25, P(Aa)=50, P(aa)=25, P(dom)=75 escrito ao lado de a descendência de um cruzamento monohíbrido.

O leitor em português europeu usa cálculo, calculadora, ecrã e percentagem. Parent 1 dominant alleles (0–2) (punnett-square) não é uma app brasileira colada: as notas devem viver no caderno, não só no histórico do Chrome. O telemóvel pode fotografar o painel, mas o texto tem de repetir os inputs.

Matilde em Lisboa recusa misturar duas experiências no mesmo run de Parent 1 dominant alleles (0–2). Se o enunciado muda a meio, comece um cenário novo. punnett-square é determinístico: os mesmos inputs nas mesmas unidades devolvem as mesmas saídas, inclusive Parent 1 dominant alleles (0–2)=1, Parent 2 dominant alleles (0–2)=1 → P(AA)=25, P(Aa)=50, P(aa)=25, P(dom)=75.

Limitações e quando não usar

Parent 1 dominant alleles (0–2) (punnett-square) é um auxílio de aula e de bancada. Não substitui o protocolo do laboratório, o docente, a SOP institucional nem a ficha do fabricante. Inputs extremos podem ser matematicamente legais e fisicamente impossíveis.

Não use a página como única prova num conflito de notas, num dossiê clínico ou numa libertação de produto. Matilde reserva punnett-square para TPC, rascunhos e verificações de ordem de grandeza. Um locus, dois progenitores, dominância completa na coluna de fenótipo. Sem epistasia.

Quando procurar outra ferramenta

Perguntas frequentes

O que é «dominant alleles 1»?
Heterozigótico: um dominante e um recessivo. Gâmetas 50/50.
75 % são AA?
Não. 25 % AA + 50 % Aa. 75 % é fenótipo dominante.
Posso meter 3?
O modelo trata ≥2 como gâmeta sempre dominante. Não é triploide.
Dihíbrido?
Não. Um carácter.
Isto prevê a minha ninhada de 4 crias?
Esperança estatística, não cada ninhada.
Recessivo ligado ao X?
Não está neste painel.