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Índice de diversidade de Simpson

O índice de diversidade de Simpson recebe até cinco contagens de espécies e devolve Diversity (1 − D) (probabilidade de dois indivíduos serem da mesma espécie) e Diversity (1 − D). Serve a quem resume um transecto ou um exercício de ecologia sem uma folha com fórmulas escondidas.

Por que a regularidade conta tanto como a lista de espécies

Uma lista de espécies diz quantas formas viu. Não diz se a parcela é um monocultivo disfarçado de lista longa. Simpson junta riqueza e regularidade: dez sobreiros e um medronheiro não são a mesma comunidade que cinco e cinco. D alto significa dominância; 1−D alto significa indivíduos repartidos.

Nos relatórios de estágios, nas teses de biologia e nos levantamentos rápidos em áreas protegidas, o risco é somar «espécies observadas» e declarar biodiversidade. Um índice reproduzível, com os zeros explícitos, evita esse atalho. A ferramenta mostra as cinco contagens e as duas saídas juntas, para poder mudar um só n e ver se D se mexe.

Antes de usar o número numa decisão (desbaste, comparação pré/pós intervenção, nota de laboratório) pergunte se as contagens são indivíduos, contactos ou coberturas. Se D parecer «demasiado baixo» face ao bosque que lembra, compare primeiro o ensaio canónico 10-8-5.

Antes de começar

Prepare Species 1 count … Species 5 count da mesma campanha. Anote o protocolo (transecto, quadrado, ponto), a superfície e se excluiu plântulas. Se compara duas datas, use o mesmo esforço.

Decida se lhe interessa D (dominância) ou 1−D (diversidade). A ferramenta não estima rarefacção, Chao1 nem Shannon: é Simpson a duas saídas em no máximo cinco taxa. Se tem mais de cinco espécies, agrupe as raras num «resto» só se o declarar.

Lembre-se de que N tem de ser pelo menos 2. Uma parcela com um único sobreiro não produz D.

Casos de uso comuns

  • Reproduzir D e 1−D num transecto didáctico (10, 8, 5) e verificar 0,3281 / 0,6719
  • Mostrar a um colega como dois zeros não «criam» espécies fantasma
  • Comparar um povoamento monoclonal (D alto) com um orla mista (1−D mais alto)
  • Apanhar uma folha de aluno que usou Σ(n/N)² em vez de n(n−1)/[N(N−1)]
  • Documentar as contagens brutas antes de repetir a mesma linha
  • Passar do índice de Simpson a uma estimativa de carbono das árvores quando a parcela é florestal

Como usar esta calculadora

  1. Introduza Species 1 count.
  2. Introduza Species 2 count.
  3. Introduza Species 3 count.
  4. Introduza Species 4 count (0 se ausente).
  5. Introduza Species 5 count (0 se ausente).

Alterações num campo actualizam o solver de imediato. Para resolver outra incógnita, deixe esse campo vazio e preencha os restantes — o motor escolhe a relação de simpson-diversity.

Passo a passo

A Inês, doutoranda em Coimbra, fez um transecto de 50 m num sobreiral-azinhal. Conta 10 sobreiros, 8 azinheiras e 5 medronheiros; não registou uma quarta nem uma quinta espécie.

Situação: precisa de D e 1−D na tabela do orientador, com a fórmula amostral (sem reposição).

Valores introduzidos:

  • Species 1 count 10
  • Species 2 count 8
  • Species 3 count 5
  • Species 4 count 0
  • Species 5 count 0

Resultado: Diversity (1 − D) = 0,3281 e Diversity (1 − D) = 0,6719. N = 23. A Inês recalcula à mão 166/506 e encontra o mesmo 0,3281.

Verificação: põe Species 3 a zero (ficam 10 e 8). D sobe porque a comunidade fica mais desequilibrada. Repõe 5 e volta a 0,3281.

Conclusão: guarda as cinco contagens, a data do transecto e os dois índices. Não escreve «biodiversidade alta» sem 1−D e sem protocolo.

Fórmula e método

D = Σ nᵢ(nᵢ−1) / [N(N−1)], com N = soma das contagens positivas. Diversidade = 1 − D. Ensaio canónico: n = 10, 8, 5 → N = 23, Σ n(n−1) = 166, D = 166/506 ≈ 0,3281, 1−D ≈ 0,6719.

Entendendo cada entrada

  • Species 1 count … Species 5 count: contagens na mesma unidade.
  • Diversity (1 − D): probabilidade de co-especificidade de dois indivíduos.
  • Diversity (1 − D): complemento que cresce com a regularidade.

Suposições

Zeros ignorados; correcção amostral N(N−1); no máximo cinco taxa visíveis; sem rarefacção.

Erros comuns com Índice de diversidade de Simpson

Tratar D como «quanto mais alto melhor». Misturar unidades. Inventar cinco espécies com zeros. Comparar parcelas com esforço diferente.

Exemplos trabalhados

  1. Canónico. 10, 8, 5, 0, 0 → D = 0,3281, diversidade = 0,6719.
  2. Repetição. O segundo ensaio dourado devolve os mesmos números: estabilidade, não outro povoamento.
  3. Sanidade. Uma espécie com 23 e o resto 0 dá D = 1 e 1−D = 0: monocultura perfeita.

Interpretando seus resultados

D perto de 0,33 com três espécies relativamente equilibradas é o ensaio da página. 1−D ≈ 0,67 não é um «score de biodiversidade» nacional. Sem protocolo, o número é só álgebra.

Gravando e compartilhando resultados

Copie os cinco nᵢ, a unidade (indivíduos, contactos), a data, a área e D / 1−D. Não envie só 0,3281.

Dicas práticas

[‘Diga em voz alta se está a ler D ou 1−D antes de colar no relatório.’, ‘Se tem seis espécies, declare o agrupamento do resto — não esconda o sexto n.’, ‘Confira N = 23 no caderno: é o teste mais rápido contra um deslize de digitação.’]

Quem usa Species 1 count em aulas de ecologia, estágios em áreas protegidas e teses de biologia chega quase sempre com uma pergunta estreita: resumir riqueza e regularidade com D e 1−D a partir de até cinco contagens. Os números dourados (n=10,8,5,0,0 → D=0,3281 e 1−D=0,6719) existem para o motor poder ser desmascarado em meio minuto: se não os revê, está a olhar para outra ferramenta ou para outra unidade no ecrã.

Um erro típico com Species 1 count é ler D como se fosse um ranking de biodiversidade, ou contar zeros como espécies. Não é um defeito da álgebra; é um desalinhamento entre a legenda do campo e a história que tem na cabeça. Leia os nomes ingleses do painel (são as etiquetas do registry) e mapeie-os para a sua frase em português europeu antes de colar o resultado num orçamento ou num e-mail.

Em contexto português — os protocolos ICNF e os exames de ciências da vida pedem o método de amostragem, não só um índice — Species 1 count continua a ser um cenário didáctico e uma estimativa reproduzível. Regulamentos, Eurocódigos, alvarás da câmara e práticas de fornecedor acrescentam cláusulas que esta página não contém. Trate a saída como aritmética auditável e confirme depois as regras do domínio.

Quando a pergunta passa a «e agora?», o passo seguinte é passar ao carbono das árvores ou à pegada quando a pergunta deixa de ser evenness. Os links no fundo foram escolhidos para esse trabalho, não para a vizinhança alfabética da categoria. Species 1 count não deve engolir essas histórias: uma ferramenta, uma relação.

Documentar Species 1 count significa copiar inputs, unidades, saídas e a data do cálculo. Sem unidades, os números dourados parecem magia. Com unidades, um colega em Coimbra consegue repetir o mesmo ensaio na semana seguinte.

Se um resultado de Species 1 count parecer fora de escala por um factor de dez, procure primeiro uma unidade (metros contra quilómetros, percentagem contra fracção, pés contra metros). Só depois ponha a fórmula em causa. Os testes automáticos do repositório usam exactamente n=10,8,5,0,0 → D=0,3281 e 1−D=0,6719: é a sua âncora.

Species 1 count não substitui uma folha certificada, um software de especialidade nem um parecer de engenheiro ou de técnico responsável. Serve para ver a relação, ensiná-la e não errar a ordem de grandeza. Se o seu caso tem vínculos extra, anote-os ao lado dos números, não dentro do motor.

Para uma revisão a duas pessoas, uma lê os inputs de Species 1 count em voz alta e a outra olha para as saídas. É o modo mais rápido de apanhar um 500 no lugar de 500000. Funciona melhor do que reler em silêncio no telemóvel.

Não cole parágrafos de outras calculadoras: Species 1 count tem campos e valores dourados próprios. Se um guia genérico diz «introduza os valores», não o está a ajudar. Fique nos nomes listados acima e nos números n=10,8,5,0,0 → D=0,3281 e 1−D=0,6719.

Uma segunda passagem sobre Species 1 count diz respeito à linguagem: não diga «o software decidiu». Diga «com estes inputs sai este output». A diferença conta numa aula, num orçamento e numa reclamação a um fornecedor. resumir riqueza e regularidade com D e 1−D a partir de até cinco contagens não se torna verdadeiro só porque o browser multiplicou dois campos.

Se publicar uma captura de Species 1 count, recorte os campos preenchidos, não só o número grande. Sem n=10,8,5,0,0 → D=0,3281 e 1−D=0,6719 visíveis ao lado, daqui a um mês não saberá se era o ensaio canónico ou uma experiência. Em aulas de ecologia, estágios em áreas protegidas e teses de biologia este arquivo mínimo evita discussões inúteis.

As hipóteses de Species 1 count são deliberadamente pobres: ler D como se fosse um ranking de biodiversidade, ou contar zeros como espécies é o bordo do modelo. Passado esse bordo, mude de ferramenta em vez de forçar um input até o número agradar. os protocolos ICNF e os exames de ciências da vida pedem o método de amostragem, não só um índice

O trabalho depois de Species 1 count — passar ao carbono das árvores ou à pegada quando a pergunta deixa de ser evenness — merece uma página nova porque muda a incógnita. Meter tudo num único ecrã parece cómodo e produz erros de etiqueta. Mais vale dois ensaios documentados do que um híbrido de memória.

Se ensina Species 1 count, faça copiar os valores dourados (n=10,8,5,0,0 → D=0,3281 e 1−D=0,6719) para o caderno antes de abrir o browser. Quem chega ao número sem passar pelos campos está a aprender a clicar, não resumir riqueza e regularidade com D e 1−D a partir de até cinco contagens. Em aulas de ecologia, estágios em áreas protegidas e teses de biologia o clique sem legendas produz capturas inúteis.

Uma auditoria rápida de Species 1 count: input, fórmula dita em voz alta, output, confronto com n=10,8,5,0,0 → D=0,3281 e 1−D=0,6719. Quatro passos, dois minutos. Se o quarto passo falhar, não «ajuste» ao acaso: é quase sempre ler D como se fosse um ranking de biodiversidade, ou contar zeros como espécies.

Quem mantém Species 1 count numa wiki interna deveria proibir capturas sem lista de campos. Um JPEG granulado de um número grande não é um cálculo. Em aulas de ecologia, estágios em áreas protegidas e teses de biologia a wiki vira lixo num trimestre se faltar n=10,8,5,0,0 → D=0,3281 e 1−D=0,6719 escrito a claro ao lado de resumir riqueza e regularidade com D e 1−D a partir de até cinco contagens.

Em Portugal, a estimativa de Species 1 count convive com IVA, transporte, quebras e prazos de betonagem ou de encomenda. Nada disso entra no motor. Escreva essas linhas no mesmo papel onde colou n=10,8,5,0,0 → D=0,3281 e 1−D=0,6719, para o dono de obra não tratar o ecrã como factura.

O leitor (você) usa cálculo e calculadora em português europeu neste texto de Species 1 count. Mantenha o mesmo vocabulário no caderno: ecrã, ficheiro, utilizador, percentagem. Misturar jargão de outra variante só aumenta o ruído quando resumir riqueza e regularidade com D e 1−D a partir de até cinco contagens já é difícil.

Se a sessão do browser recarregar, Species 1 count não guarda o último cenário. Volte a introduzir os campos e confira n=10,8,5,0,0 → D=0,3281 e 1−D=0,6719 antes de enviar o PDF ao empreiteiro. Uma pasta no disco com a data e o configId visível vale mais do que o histórico do Safari.

Limitações e quando não usar

Não é Shannon, Pielou, rarefacção nem um índice de integridade fluvial. Cinco caixas não inventariam um inventário regional. Tolerância dos testes: 0,05.

Quando procurar outra ferramenta

Perguntas frequentes

Os zeros contam como espécies extra?
Não. O motor descarta contagens não positivas antes de somar N. Um transecto com três espécies reais e dois zeros é uma comunidade a três espécies.
D alto significa mais diversidade?
Não. D é a probabilidade de dois indivíduos sorteados pertencerem à mesma espécie. Comunidades dominadas têm D perto de 1; comunidades equilibradas têm D mais baixo. Use Diversity (1 − D) se quiser um índice que cresça com a diversidade.
O que acontece se N for 1 ou 0?
A fórmula divide por N(N−1). Com um só indivíduo o denominador é zero e o cálculo não está definido: precisa de pelo menos duas contagens positivas cuja soma seja maior que 1.
Posso misturar indivíduos e cobertura?
A álgebra é a mesma, mas a unidade tem de ser uma só. Se Species 1 está em caules e Species 2 em percentagem de cobertura, D não tem sentido.
Porque dá D = 0,3281 e não 0,33?
Com 10, 8 e 5, N = 23 e Σ n(n−1) = 166. D = 166/(23×22) = 166/506 ≈ 0,3281. Arredondar a dois decimais esconde diferenças entre transectos.
Posso comparar dois bosques com métodos diferentes?
Só se o esforço e a unidade forem comparáveis. Um transecto de 20 m e uma parcela de 400 m² não partilham o mesmo N. Documente o protocolo antes de dizer que um sítio é «mais diverso».